NOTÍCIAS ANTIGAS
| abril
de 2011 |
Aeronáutica
divulga edital com 75 vagas para médicos, sendo
uma para Cirurgia Pediátrica |
com Seção
de Comunicação Social do CIAAR
A Força Aérea Brasileira (FAB)
está com inscrições abertas para
o Exame de Admissão ao Curso de Adaptação
de Médicos (CAMAR). Há uma vaga para
cirurgiões pediátricos.
O edital e o formulário para inscrição
estão disponíveis no site www.ciaar.com.br.
O processo seletivo é composto por prova teórica
de língua portuguesa e de conhecimentos especializados,
prova prático-oral, teste físico e exames
de saúde e psicológico. As provas escritas
serão aplicadas no dia 19 de junho nas cidades
de Belém, Recife, Salvador, Rio de Janeiro,
Belo Horizonte, São Paulo, Campo Grande, Porto
Alegre, Curitiba, Brasília e Manaus.
Para se inscrever, o candidato deve possuir Título
de Especialista na área em que pretende concorrer,
não poderá ter completado 36 anos até
o dia 31 de dezembro de 2012, entre outros pré-requisitos
disponíveis no edital.
A remuneração para o profissional em
início de carreira é em torno de R$
6 mil, sendo que o médico pode chegar ao posto
de major- brigadeiro. A FAB ainda oferece outros benefícios
como assistência médica e odontológica,
carga horária reduzida, alimentação
e moradia.
O Sistema de Saúde da Aeronáutica é
estruturado por regiões e busca proporcionar
a adequada assistência médico-hospitalar
aos militares (ativos e inativos) e aos seus dependentes.
Além de proporcionar esses atendimentos, os
profissionais de saúde da FAB também
participam de missões humanitárias,
como a que ocorreu após o terremoto que devastou
o Haiti, no início de 2010. Na ocasião,
profissionais de saúde da FAB foram enviados
a Porto Príncipe para trabalhar em um Hospital
de Campanha. Em quase três meses, realizaram
mais de 20 mil atendimentos. |
Conselho
apoia movimento de cirurgiões pediátricos
|
| fonte: Jornal
do CREMERJ
O CREMERJ, através da Resolução
193/2003, apóia o movimento da Associação
de Cirurgia Pediátrica do Rio de Janeiro (Ciperj),
iniciado em dezembro de 2010, para garantir aos profissionais
que atuam no regime de sobreaviso, pagamento pelo
tempo em que ficam à disposição
dos hospitais e/ou clínicas, e não apenas
por procedimento realizado.
O plantão de sobreaviso é prática
comum nas unidades de saúde públicas
ou privadas, onde as ocorrências são
eventuais. Nestes casos, de acordo com o artigo 2º
da resolução 193/2003 do CREMERJ, “o
plantão em disponibilidade de trabalho será
sempre remunerado e pactuado entre as partes, sem
prejuízo dos honorários devidos pelos
serviços prestados, quando solicitado para
atendimento.”
A Resolução CFM 1.834/2008, do Conselho
Federal de Medicina (CFM), também abrange normas
para atuação e remuneração
de sobreaviso. Já a Resolução
RDC nº 7/2010, da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa), determina que toda UTI
pediátrica ou neonatal deve ter uma equipe
de cirurgiões pediátricos disponibilizados
para atendimento, requisito mínimo para o funcionamento
de uma UTI.
Conforme a Resolução 1.931/ 2009, capítulo
VII, artigo 49, “é vedado ao médico
assumir condutas contrárias a movimentos legítimos
da categoria médica com a finalidade de obter
vantagens”. Para ler a íntegra da Resolução
193/2003, acesse nosso site. |
Planos
de saúde: médicos e consumidores insatisfeitos? |
| fonte: Agência
Estado
Neste mês de abril comemora-se o Dia Mundial
da Saúde e, na ocasião (dia 7), ocorreu
uma mobilização a nível nacional
por parte das associações médicas,
conselhos de medicina e sindicatos médicos,
dentre outros.
Esta atitude, que visou alertar a população
sobre as dificuldades com os planos de saúde,
conforme matéria veiculada no website da Associação
Médica Brasileira, foi tomada porqueos médicos
"não aguentam mais trabalhar com contratos
irregulares, sem cláusula de reajuste periódico
como determina a ANS, e com tanta interferência
dos planos de saúde".
Hoje, são 1.044 empresas que atuam nesta área
no Brasil, além de 376 no ramo odontológico.
Juntas, atendem 60 milhões de usuários.
O direito à saúde pertence ao rol de
direitos sociais, assim definidos pela Constituição
Federal (CF). E a mesma Lei Maior, embora garanta
o dever do estado de "propiciar saúde"
aos cidadãos, reza que a assistência
à saúde é também livre
à iniciativa privada (art. 199). Esta é
a previsão constitucional para que os "planos
de saúde" operem.
Embora haja lei federal específica para regular
os planos de saúde, o Código de Defesa
do Consumidor (CDC), que tem raiz constitucional,
deve sobrepor-se a ela e a quaisquer outras normatizações
menores, como, por exemplo,as da Agência Nacional
de Saúde (ANS), que regulam os planos.
Ocorre que, na prática, quem define detalhes
desta relação consumerista é
a própria ANS, ao estabelecer, dentre várias
outras regras, o rol de coberturas dos planos.
Como o CDC e as normas da ANS geralmente se chocam
e os planos de saúde buscam respaldo na agência
reguladora, muitas lides desaguam no Judiciário.
O próprio Superior Tribunal de Justiça
(STJ) já pacificou o entendimento de que se
aplica o CDC aos contratos de plano de saúde,
por meio da Súmula 469.
Boa parte das queixas se deve à dificuldade
de acesso ao atendimento; diminuição
da rede credenciada; demora em marcação
de consultas, exames e cirurgias e, em especial, às
limitações de atendimentos.
Outra discussão grande diz respeito à
limitação de tempo de internação
hospitalar dos consumidores. Sobre o tema, outra súmula
do STJ, a de número 302, considerou abusiva
a cláusula contratual que estabeleça
tais limites.
O que tranquiliza é perceber que o Judiciário
tem respondido positivamente, na maioria dos casos
concretos, às expectativas dos consumidores
que se sentem lesados.
Enquanto a ANS não passar a regulamentar os
planos de saúde de forma mais equilibrada para
os médicos e para os 60 milhões de consumidores,
as operadoras dos planos continuarão a ter
lucros estratosféricos e sempre submeterãoseus
usuários a atendimento indigno, contrários
a inúmeros preceitos da nossa Constituição
e ao nosso fiel escudeiro, o CDC. |
Começo
de residência causa sintomas de depressão
em jovens médicos |
| fonte: Agência
USP
Sintomas de depressão entre médicos
que passam pela residência podem estar ligados
ao primeiro contato direto com pacientes. Essa é
a constatação de uma pesquisa da Universidade
Federal do Paraná.
Segundo o médico Luciano Souza, autor da pesquisa,
a perda da idealização é o principal
fator que atrapalha a qualidade de vida e a sociabilidade
do aluno. Segundo ele, essa perda vem acompanhada
pelo sentimento de luto, ou seja, a manifestação
psicológica relacionada às perdas em
geral.
Os resultados são de um estudo realizado com
223 alunos do primeiro ao sexto ano, da universidade
paranaense. De acordo com Souza, é comum o
alunos da residência passarem por situações
que causam ansiedade, em especial, quando não
podem ajudar ou não sabem lidar com a perda
de um paciente, ou não são capazes de
estarem juntos a uma pessoa doente.
- O contato com o paciente é muito aguardado
e idealizado com o paciente. Contudo, devido às
dificuldades e limitações pela qual
o aluno passa neste contato, acaba ocorrendo uma perda
da idealização de ser médico.
Para Souza, é necessário identificar
qual é o momento do curso que o aluno passa
por isso para evitar maiores sofrimentos. Segundo
ele, "hoje em dia, o aluno que apresenta este
quadro psicológico de luto não deve
receber tratamento ou acompanhamento. Deve-se, sim,
observar a evolução desse estado, e
ver se o estudante supera o quadro dentro de um período
satisfatório". |
Cientistas
querem reduzir morte de bebês recém-nascidos |
| fonte: Agência
USP
Um grupo de pesquisadores da Escola de Enfermagem
da USP está buscando alternativas para reduzir
a mortalidade dos neonatos, bebês de zero a
28 dias de vida.
Os pesquisadores, coordenados pela professora Amélia
Fumiko Kimura, estão estudando formas de controlar
a dor no pós-operatório, cuidados nos
tratamentos que envolvem acessos venosos e no desenvolvimento
de modelos de atendimento aos recém-nascidos
e suas mães.
"Apesar dos avanços ocorridos na tecnologia
de suporte de vida, cerca de 65% das mortes de crianças
até um ano de idade ocorrem no período
neonatal", atesta a professora.
Os estudos desenvolvidos pelo grupo priorizam três
focos temáticos.
O primeiro diz respeito ao controle da dor de neonatos
no pós-operatório e em outros procedimentos
invasivos.
A segunda abordagem se relaciona ao tratamento dispensado
pelos profissionais de enfermagem aos recém-nascidos
com relação aos acessos venosos. "Há
um vácuo de conhecimento no que diz respeito
aos tipos de dispositivos intravenosos para administração
dos medicamentos, que proporcionam maior segurança
e conforto aos neonatos, mas que demandam capacitação
dos profissionais para o seu adequado manejo".
O terceiro foco de investigação se
refere à avaliação do impacto
da implementação de modelos de atendimento
ao recém-nascido, como o Hospital Amigo da
Criança e o Método Canguru. Esses modelos
têm como objetivo, respectivamente, incentivar
o aleitamento materno e o estabelecimento de maior
contato entre mãe e filho.
A pesquisadora Mariana Bueno estudou a avaliação
da dor e intervenções analgésicas
farmacológicas e comparou o efeito analgésico
da oferta oral de glicose 25% com o leite materno.
O resultado mostrou efeito superior da glicose 25%
em relação ao leite materno.
Entretanto, "vale ressaltar que não se
deve descartar a oferta desse leite como medida analgésica.
Além disso, a administração do
líquido associado a outra medida analgésica
ainda deverá ser objeto de futuros estudos",
afirma a professora Amélia.
A exposição do neonato à dor,
em especial os que permanecem internados em unidade
de terapia intensiva neonatal por tempo prolongado,
tem sido objeto de preocupação dos profissionais
de saúde do mundo todo.
A forma como a população neonatal é
tratada repercute em seu desenvolvimento e crescimento.
"Os neonatos são considerados de maior
vulnerabilidade entre os humanos e, por isso, estudos
sobre eles devem ser ética e clinicamente analisados
visando evitar expô-los a quaisquer riscos.
Assim, desenvolver pesquisas que envolvam recém-nascidos
é uma tarefa desafiante", conclui a professora.
O grupo está estabelecendo projetos em parceira
com pesquisadores de outras instituições
brasileiras e internacionais para aprimoramento das
pesquisas e criação de protocolos para
tratamentos dos neonatos. |
XIV
Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica
tem inscrições com desconto até
este sábado |
| Quem estiver interessado
em participar do XIV
Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica
tem até este sábado, dia 30, para realizar
a inscrição com desconto no valor.
A taxa para participar do
evento é de R$ 430 para sócios quites
com a CIPE, R$ 780 para não sócios,
R$ 235 para residentes cadastrados na CIPE e R$ 130
para acadêmicos de graduação.
Após a data, haverá reajustes nos preços.
Para se inscrever, clique aqui.
O evento será realizado
nos dias 3 e 4 de junho (sexta-feira e sábado,
respectivamente), no Centro de Convenções
do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
(CBC),
em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Paralelamente ao evento, ocorrerá
o 1º Encontro Brasil-Canadá de Cirurgia
Pediátrica, promovido pela CIPERJ.
Mais informações
através do site
do congresso. |
Decisão
da ANS representa reconhecimento da interferência
das operadoras na autonomia profissional dos médicos
|
Fonte: CFM
O
Conselho Federal de Medicina (CFM) considera um avanço
a decisão da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) de vedar às operadoras de
planos de saúde a adoção de mecanismos
de regulação de exames ou procedimentos
com base em parâmetros estatísticos de
produtividade. Sendo assim, a nova regra proíbe
as empresas de inibir as solicitações
dos médicos e da remuneração
por produtividade.
Este
foi um dos motivos que levou 160 mil médicos
que prestam serviços aos planos de saúde
a protestarem, em todo o país, no último
dia 7 de abril. Para as entidades médicas,
a ação das operadoras de saúde
suplementar é uma prática antiética
e nociva ao bom exercício da Medicina, além
de ser desrespeitosa quanto aos direitos dos usuários.
Para
Roberto d’Avila, a decisão da ANS é
um avanço importante. “No entanto, outras
medidas podem ser tomadas para tornar essa relação
mais clara e ética, em benefício, sobretudo,
da sociedade”, lembrou o presidente do CFM.
E mais: ele lembra que a decisão da ANS, publicada
na forma de súmula
na edição de hoje (13) do Diário
Oficial, fortalece a posição do médico
na relação com as empresas. Isso porque
eles passam a contar com um novo instrumento para
ancorar denúncias de irregularidades percebidas
no dia-a-dia.
“Interessante
que entre seus considerandos a ANS cita o próprio
Código de Ética Médica. Foram
necessários 11 anos para que a Agência
de Saúde Suplementar tomasse uma medida que,
embora parcial, é um passo adiante em defesa
da boa Medicina e da população. Isso
significa que ecoou forte a insatisfação
dos profissionais e o apoio recebido por eles de vários
setores da sociedade”, finalizou.
Pesquisa
da Associação Médica Brasileira
(AMB) e da Associação Paulista de Medicina
(APM) – realizada com o apoio do CFM –
identificou que a limitação de procedimentos
por parte das operadoras é um problema grave
que se impõem no campo da assistência
oferecida. Dados mostram que 92% dos médicos
brasileiros afirmam que sofreram pressão ou
interferência das operadoras na autonomia técnica
do médico. |
Levantamento
do INCA traça perfil de doadores voluntários
cadastrados |
Fonte: INCA
O Registro Nacional
de Doadores de Medula Óssea (Redome), gerenciado
pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), traçou
o perfil dos 2 milhões dos doadores voluntários
no Brasil. O levantamento revelou que as mulheres
lideram o cadastro como voluntárias (56%) e
que 88% dos doadores têm menos de 45 anos, o
que amplia a permanência dos voluntários
nocadastro. A pesquisa também apontou que a
Região Sudeste possui 48% dos doadores, seguidos
por 25% do Sul e 14% do Nordeste. No Centro-Oeste,
o total é de 8% e no Norte estão 5%
dos cadastrados do país.
A Região Sudeste continua a ser a que mais
tem doadores de medula óssea no Brasil, mas
já se detecta uma tendência ao equilíbrio:
Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito
Santo e Minas Gerais agora têm menos da metade
dos cadastrados no Redome. Há cinco anos, a
região era responsável por 57% dos doadores.
"O levantamento é importante para sabermos
em quais regiões é necessário
um reforço nas campanhas, tendo em vista que
a diversidadegenética da população
brasileira é muito vasta", esclarece o diretor
do Centro de Transplante de Medula Óssea do
Inca e coordenador do Redome, Luís Fernando
Bouzas. |
Curso
CIPERJ/CREMERJ acontece neste sábado. Inscrições
abertas e gratuitas |
| O III
Curso de Educação Continuada em Cirurgia
Pediátrica CIPERJ/CREMERJ ocorre
neste sábado, dia 16, das 9h15 às 12h30,
no auditório Júlio Arantes Sanderson
de Queiroz, situado na sede do Conselho Regional de
Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em
Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. O tema desta
edição será Oncologia Pediátrica
Cirúrgica.
As inscrições são
gratuitas e abertas a médicos, residentes e
acadêmicos. Para participar, clique aqui.
Programação, como
chegar ao local e informações sobre
outras edições podem ser conferidas
no hot-site
do evento. |
Confira
as fotos do curso CIPERJ/CREMERJ |
|
Curso
CIPERJ/CREMERJ reúne mais de 80 pessoas |
 |
Cerca de 80 pessoas estiveram presentes ao III
Curso de Educação Continuada em
Cirurgia Pediátrica CIPERJ/CREMERJ
ocorrido neste sábado, dia 16, no auditório
Júlio Arantes Sanderson de Queiroz, situado
na sede do Conselho Regional de Medicina do
Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em Botafogo,
Zona Sul do Rio de Janeiro. |
| Dr.
Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr.
Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho |
O tema abordado
foi Oncologia Pediátrica Cirúrgica
e contou com palestras dos Drs. Ricardo Vianna
e Alexandre Apa e da Dra. Simone Oliveira
Coelho, que falaram sobre Hematologia, Massas
Abdominais, Tumor de Ovário e Procedimento
Controvérsios.
Em breve estarão
disponibilizadas as palestras dos cursos.
A próxima
edição do Curso de Educação
Continuada de Cirurgia Pediátrica CIPERJ/CREMERJ
será realizado em outubro.
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Confira
fotos do Curso Avançado de Videocirurgia Pediátrica
realizado em Juiz de Fora |
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| O presidente da CIPE, Dr. Max
Carsalad Schlobach, na abertura do evento |
Dras. Raquel, Stella, Maria
Lucia e Drs. Edmo e Luciano |
 |
Dras. Raquel, Stella,
Lisieux, Maria Lucia
e Dr. Edmo |
|
Curso
CIPERJ/CREMERJ acontece neste sábado. Inscrições
abertas e gratuitas |
| O III
Curso de Educação Continuada em Cirurgia
Pediátrica CIPERJ/CREMERJ ocorre
neste sábado, dia 16, das 9h15 às 12h30,
no auditório Júlio Arantes Sanderson
de Queiroz, situado na sede do Conselho Regional de
Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em
Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. O tema desta
edição será Oncologia Pediátrica
Cirúrgica.
As inscrições são
gratuitas e abertas a médicos, residentes e
acadêmicos. Para participar, clique aqui.
Programação, como
chegar ao local e informações sobre
outras edições podem ser conferidas
no hot-site
do evento. |
Denúncia
da CIPERJ protocolada e a espera de análise
da Comissão de Ética Médica do
CREMERJ |
| A denúncia da
Associação de Cirurgia Pediátrica
do Estado do Rio de Janeiro (CIPERJ) junto à
Comissão de Ética Médica do Conselho
Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ),
referente aos hospitais e associados que descumprem
a ATA
da Assembleia Geral Extraordinária (AGE)
da CIPERJ, que determina a paralisação
no atendimento às unidades particulares que
não entraram em acordo referente ao sobreviso
médico remunerado, já foi protocolado
pelo CREMERJ e aguarda análise da comissão.
Tão logo seja divulgada
qualquer novidade referente ao assunto, a mesma será
publicada aqui no site da CIPERJ. |
Márcia
Rosa de Araujo assume a presidência do CREMERJ
|
| fonte: CREMERJ
Ao assumir oficialmente
a presidência do CREMERJ, no dia 1 de abril,
a Conselheira Márcia Rosa de Araujo afirmou
que o momento de crescimento econômico que o
país vive é propício ao fortalecimento
das reivindicações da categoria. Ela
ressaltou ainda que a valorização da
classe, como propugnou a vitoriosa campanha “Quanto
vale o médico?”, se mostra atual e é
uma bandeira para esta e as próximas gestões
do Conselho. “Valorizar o médico é
também garantir à sociedade seu direito
a um atendimento de qualidade no serviço público”,
acrescentou.
O vice-presidente do Conselho
Federal de Medicina, Aloísio Tibiriçá,
representando o CFM, considerou “o momento muito
especial para todos os médicos que renovaram
seu voto de confiança nesta Diretoria que bem
soube dirigir os trabalhos dessa gloriosa entidade”.
“Para mim também é um momento
muito especial porque é a primeira vez que
um representante do Rio de Janeiro no Conselho Federal
de Medicina vem aqui, em nome da presidência
do CFM, para saudar a nova Diretoria do CREMERJ, e
eu o faço com orgulho. Isso mostra o quanto
nós do Estado do Rio conquistamos em importância
de representação no cenário nacional.
Certamente vocês vão assistir uma grande
Presidente em uma grande entidade que é o CREMERJ”,
frisou Aloísio Tibiriçá.
Ao passar a presidência
do Conselho à Márcia Rosa, o então
presidente Luís Fernando Moraes relembrou as
ações realizadas em sua gestão,
destacando os movimentos em defesa dos médicos
da saúde pública e da saúde suplementar,
contra a gestão das Organizações
Sociais nas emergências e o apoio à greve
dos médicos residentes, entre outras.
Nova Presidente critica a forma retrógrada
e neoliberal de gerir a saúde
Em seu discurso de posse,
Márcia Rosa lembrou que, mais uma vez, a Causa
Médica, instada à direção
do Conselho pelo voto da maioria dos médicos
do Estado do Rio de Janeiro, renova a sua Diretoria
para o mandato que vai expirar em 2013, lembrando
que valorizar o médico é garantir à
sociedade seu direito de um atendimento de qualidade
no serviço público. “ Para isso,
o financiamento da saúde deve ser regulamentado,
de imediato, pela Emenda 29. O corte de R$ 50 bilhões
do orçamento do governo federal em favor da
manutenção do pagamento de juros sobre
o montante de R$ 200 bilhões de reais, não
pode ser ignorado, devendo ser alvo de nossa reprovação”,
salientou.
Márcia Rosa garantiu
que a precarização do trabalho médico
e a privatização serão combatidas
sem tréguas. "Cabe a nós, CREMERJ,
sociedades de especialidade e demais associações
vinculadas aos médicos liderarem um grande
salto nas condições de atendimento,
condições de trabalho e remuneração",
observou.
Garantindo que o Conselho
continuará a lutar para garantir a dignidade
dos honorários médicos na saúde
suplementar e da relação das operadoras
de planos de saúde com seus credenciados, Márcia
Rosa acentuou que tal atuação tem sido
referência nacional, integrando e fortalecendo
o movimento nacional pelo projeto de lei 6964/10 que,
entre outros artigos, prevê um reajuste anual
de honorários médicos em contratos celebrados
entre médicos e operadoras.
A nova Presidente do Conselho
fez questão também de dizer que a Causa
Médica, mais uma, inova e se renova ao privilegiar
a participação das mulheres na direção
de seus caminhos, alçando à sua diretoria
de 11 membros, cionco conselheiras provenientes de
sociedades e comissões de éticas. "Mulheres
comprovadamente ativas em toda a história do
movimento médico", acrescentou.
Encerrando seu discurso,
ela convocou todos os médicos a se integrarem
ao movimento Causa Médica, visando a uma medicina
de alta qualidade para uma sociedade justa e solidária,
porque a Saúde vale muito!
Conheça os membros da nova
diretoria:
Presidente: Márcia Rosa de Araujo
Primeira Vice-Presidente: Vera Fonseca
Segunda Vice-Presidente: Erika Monteiro Reis
Diretor Secretário Geral: Pablo Vasquez Queimadelos
Diretor Primeiro Secretário: Sergio Albieri
Diretora Segunda Secretária: Kássie
Regina Neves
Diretor Tesoureiro: Armindo Fernando Mendes
Diretor Primeiro Tesoureiro: Serafim Ferreira Borges
Diretor de Sede e Representações: Nelson
Nahon
Corregedora: Marília de Abreu Silva
Vice-Corregedor: Renato Brito de Alencastro |
Movimento
médico comemora vitória em protesto
e se prepara para novos desdobramentos |
| fonte: CFM
“Atingimos nosso objetivo com o protesto de
7 de abril. O alerta foi dado às operadoras
de planos de saúde e à sociedade com
relação aos problemas percebidos pela
categoria médica. De agora em diante, esperamos
que seja feita uma negociação real pelas
empresas para acabar com a defasagem dos honorários
e a interferência na autonomia dos profissionais”.
Essa foi a avaliação do coordenador
da Comissão Nacional de Saúde Suplementar
(Comsu), Aloísio Tibiriçá Miranda,
sobre o dia de mobilização dos médicos
contra os planos de saúde.
Ele acompanhou a movimentação
nos estados a partir de Brasília e recebeu,
ao longo do dia, informes de várias entidades
regionais. “Houve grande adesão em todos
os estados. Recebemos relatos de que quantidade significativa
de médicos participou do protesto e suspendeu
suas atividades. No entanto, sem causar prejuízos
para o usuário dos planos de saúde”,
lembrou o coordenador, que também é
vice-presidente do CFM. De acordo com Tibiriçá,
os procedimentos desmarcados serão reagendados
e os casos de urgência e emergência foram
atendidos.
Em 30 dias os líderes
do movimento de 7 de abril se reunirão para
reavaliar o andamento das negociações
com os representantes dos planos de saúde.
Este trabalho será conduzido pelas entidades
médicas em nível regional. Paralelamente,
algumas outras iniciativas acontecerão na esfera
política. Já está prevista a
realização de uma audiência pública
na Câmara dos Deputados para discutir o tema
e encontrar uma solução. Contudo, os
parlamentares responsáveis pela solicitação
não descartam o pedido de abertura de CPI para
apurar supostas irregularidades na saúde suplementar.
No Senado – Pela manhã,
a Paralisação dos Médicos chegou
também ao Congresso Nacional. A Comissão
de Direitos Humanos e Legislação Participativa
do Senado Federal promoveram audiência pública
especial em torno das reivindicações
dos médicos. Sensibilizado pelo apelo dos profissionais,
o senador Paulo Paim (PT-RS), presidente do grupo,
anunciou a criação de uma subcomissão
de saúde dentro da Comissão. “Esta
mobilização dos médicos é
um grito do povo brasileiro em relação
à saúde”, ressaltou o parlamentar.
O coordenador do movimento,
Aloísio Tibiriçá Miranda, que
participou da audiência, propôs aos senadores
a montagem de uma agenda comum, inclusive com visitas
aos hospitais públicos para constatar a situação
da oferta da assistência sob a ótica
dos direitos humanos. Paulo Paim transformou o pedido
em ato normativo diante do 3º vice-presidente
do CFM, Emmanuel Fortes, e do conselheiro suplente
de Alagoas, Alceu Pimentel, que também compareceram
no Senado.
Durante a audiência,
o senador Paulo Davim (PV-RN) defendeu a paralisação
dos médicos por acreditar que o trabalho com
a vida é um “direito sacrossanto”.
Por outro lado, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
enfatizou que o Congresso Nacional já tem o
diagnóstico da calamidade da saúde só
falta ação. “É um sistema
perverso que maltrata o médico”.
Outro parlamentar que saiu
em defesa da causa médica foi o sergipano Eduardo
Amorim (PSC-SE). Para ele é uma perversidade
que os planos de saúde sejam reajustados regularmente
sem que os valores pagos aos médicos também
o sejam. “Os médicos ainda recebem por
uma tabela da década de 90 e muitos convênios
se aproveitam disso. Assistimos o reajuste ser somente
para o usuário. É justa a reivindicação
da categoria médica”, apontou. |
Senado
cria subcomissão de saúde e visitará
hospitais |
| fonte: CFM
O Dia Nacional de Paralisação
dos Médicos chegou também no Congresso
Nacional. Na manhã da quinta-feira (7 de abril)
- Dia Mundial de Saúde – a Comissão
de Direitos Humanos e Legislação Participativa
do Senado Federal promoveu audiência pública
especial em torno das reivindicações
dos médicos. O senador presidente, Paulo Paim
(PT-RS), anunciou a criação de uma subcomissão
de saúde dentro da Comissão.
O presidente em exercício
do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio
Tibiriçá Miranda, finalizando sua intervenção,
propôs uma agenda comum em relação
a visita aos hospitais públicos para constatar
a situação na ótica dos direitos
humanos. Paulo Paim transformou o pedido em ato normativo.
“Esta mobilização dos médicos
é um grito do povo brasileiro em relação
à saúde”, ressaltou Paim.
Segundo Tibiriçá,
os médicos não têm o devido respeito
das operadoras nem a atenção necessária
da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS). “Estamos no limite e fazemos este alerta”.
O senador Paulo Davim (PV-RN)
defendeu a paralisação dos médicos
por acreditar que o trabalho com a vida é um
“direito sacrosante”. Já Mozarildo
Cavalcanti (PTB-RR) enfatizou que o Congresso Nacional
já tem o diagnóstico da calamidade da
saúde só falta ação. “É
um sistema perverso que maltrata o médico”.
Outro senador a defender
a causa médica foi sergipano Eduardo Amorim
(PSC-SE). Para ele ,é uma perversidade que
os usuários dos planos de saúde sejam
reajustados regularmente e este valor não seja
atualizado para os médicos. “Os médicos
ainda recebem por uma tabela da década de 90
e muitos convênios se aproveitam disso. Assistimos
o reajuste ser somente do usuário. É
justo a reivindicação da categoria médica”,
apontou.
Também participaram
da audiência o 3º vice-presidente do CFM,
Emmanuel Fortes, e o conselheiro suplente de Alagoas,
Alceu Pimentel. |
Curso
CIPERJ/CREMERJ terá como tema Oncologia Pediátrica
Cirúrgica, é gratuito e acontece no
dia 16 |
| Já estão
abertas as inscrições para o III
Curso de Educação Continuada em Cirurgia
Pediátrica CIPERJ/CREMERJ, que ocorre
no dia 16 de abril (sábado), das 9h15 às
12h30, no auditório Júlio Arantes Sanderson
de Queiroz, situado na sede do Conselho Regional de
Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em
Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. O tema desta
edição será Oncologia Pediátrica
Cirúrgica.
As inscrições são
gratuitas e abertas a médicos, residentes e
acadêmicos. Para participar, clique aqui.
Programação, como
chegar ao local e informações sobre
outras edições podem ser conferidas
no hot-site
do evento. |
Dia
Mundial da Saúde: problemas e avanços
em cena |
| fonte: SaúdeBusinessWeb
Sete de abril é um
dia oportuno para colocar em evidência os problemas
enfrentados pela saúde brasileira e também
os avanços presenciados pelo setor.
O mote para a data, escolhido
pela Organização Mundial da Saúde,
é o combate a resistência antimicrobiana.
No final do ano passado, o País enfrentou um
grande surto da bactéria KPC. Para reduzir
a resistência bacteriana no Brasil, a Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
proibiu a venda de antibióticos sem receita
médica e determinou que as mesmas devem ter
prazo de validade e ficarão retidas, além
de conter informações do médico
e do paciente, em casos de medicação
controlada.
A seguir, algumas matérias
especiais sobre o assunto:
A
diferença entre estar na saúde e ser
da saúde
160
mil médicos devem parar dia 7 de abril
Classe
médica não descarta descredenciamento
de planos
Deputado
considera abertura de CPI para investigar ANS
Operadoras
contestam argumento dos médicos |
Cremerj
alerta para falta de médicos no Rio, em meio
a aumento de casos de dengue |
| fonte: Agência
Brasil
Em meio ao aumento dos casos
de dengue no município do Rio de Janeiro, o
Conselho Regional de Medicina (Cremerj) alerta para
a falta de médicos na rede municipal de saúde.
Segundo o coordenador da Comissão de Saúde
Pública do Cremerj, Pablo Vazquez, o número
insuficiente de médicos nos hospitais públicos
pode comprometer o atendimento aos doentes.
Segundo Vazquez, em um hospital
geral como o Souza Aguiar, o maior do Rio de Janeiro,
por exemplo, as equipes médicas, que deveriam
ter seis clínicos gerais, só têm
dois ou três. “Algumas só têm
um médico”, afirma.
O coordenador afirma que
a situação pode ficar ainda pior se
não for prorrogado o convênio da prefeitura
com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),
que se encerra neste mês. A Fiocruz foi contratada
para fornecer médicos para a rede municipal
de saúde. Caso o contrato não seja prorrogado,
haverá um déficit de até 400
médicos na rede, segundo o Cremerj.
Vazquez informou que o assunto
será discutido na próxima terça-feira
(12) com o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e
o secretário municipal de Saúde, Hans
Dohmann. Segundo o coordenador, na pauta da reunião
está a prorrogação do contrato
por mais um ano, “desde que se tenha, nesse
intervalo, o compromisso da secretaria de um amplo
concurso, para garantir o atendimento à população”.
Por meio de sua assessoria de
imprensa, a Secretaria Municipal de Saúde informou
que estuda a realização de um concurso
público, independentemente da assinatura de
um novo convênio para fornecimento de médicos.
Segundo a secretaria, a rede pública do Rio
dispõe de 7 mil médicos.
Para responder ao aumento
da demanda por atendimento devido à dengue,
a rede contratou profissionais especialmente para
atender pessoas com suspeita da doença. De
acordo com a secretaria, a rede municipal está
preparada para o atendimento adequado às vítimas
de dengue.
Até ontem (4), a Secretaria
de Saúde registrou 14.720 casos de dengue no
município, sendo que mais da metade (7.816)
ocorreram em março. |
Prontobaby
realiza palestras gratuitas
para médicos, acadêmicos e residentes |
| O Centro
de Estudos José Dias Rego, do Prontobaby
- Hospital da Criança, divulgou, no início
deste mês, a programação de abril
do projeto Sempre às Quintas, que
promove, em todas as quintas-feiras do mês,
palestras e debates gratuitos para médicos,
acadêmicos e residentes.
A seguir, a programação:
| dia
7 |
8h às 10h – Discussão
caso clínico;
10h às 12h – Reanimação
Neonatal – Atualizações
PRN/SBP - 2011 - Dr. José Dias Rego;
13h às 14h – Discussão
novas condutas em Reanimação Neonatal.
|
| dia
14 |
8h às 10h – Discussão
caso clínico;
10h às 12h – Problemas dermatológicos
ao alcance do pediatra - Dra. Ana Mosca Cerqueira;
13h às 14h – Discussão
protocolos hospitalares. |
| dia
21 |
Não haverá reunião
|
| dia
28 |
8h às 10h – Discussão
caso clínico;
10h às 12h – Ajudando o pediatra
a suspeitar de violência à criança
- Mário Marques;
13h às 14h – Discussão
artigos Jornal de Pediatria. |
O centro
de estudos fica na Rua Adolfo Mota, 52, na Tijuca,
Zona Norte do Rio de Janeiro.
|
Fórum
de Oncologia Pediátrica acontece em junho no
Centro do Rio |
| Já estão
abertas as inscrições para o I Fórum
de Oncologia Pediátrica do Rio de Janeiro,
que ocorre no dia 14 de junho (terça-feira),
das 9h às 17h30, no auditório do BNDES,
no Centro do Rio de Janeiro.
O evento é aberto
a médicos de todas especialidades. As inscrições
são gratuitas e podem ser feitas através
do site do congresso. Para isso, clique aqui.
Mais informações
através de www.foprio.org.br.
O auditório do BNDES
fica na Avenida República do Chile, 100. |
Anatel
homologa primeiro celular com finalidades médicas |
fonte: SaúdeBusinessWeb
A Anatel
homologou o primeiro celular desenvolvido com tecnologia
nacional para finalidades médicas. Produzido
pela CellDesign, o aparelho BP funciona como qualquer
outro, mas seu objetivo é unir as funcionalidades
de chamadas e mensagens para o monitoramento de pacientes
e pessoas idosas à distância.
Estima-se
que 75% dos acidentes com idosos aconteçam
dentro de casa. A maioria das quedas - que representam
30% dos acidentes - acaba levando à morte pessoas
acima de 75 anos.
O BP possui
um botão de SOS que, uma vez acionado, dispara
torpedos com "pedidos de socorro" para cinco
números cadastrados na memória.
Caso nenhuma
delas receba a mensagem, o telefone efetua ligações
para os números automaticamente até
que um deles atenda.
Disputa Jurídica
De acordo
com a companhia, o produto é emborrachado,
resiste a quedas de até 1,80 m e possui sensores
que captam o movimento de queda. Neste caso, torpedos
são enviados e poderiam até conter a
localização da pessoa. No entanto ainda
existe uma discussão jurídica se esse
tipo de serviço será autorizado no País.
Um aplicativo
pré-instalado permite cadastrar nomes de remédios
a serem ministrados, dosagens e horários. O
celular avisa tocando um alarme no horário
agendado, mesmo se estiver desligado. Além
disso, o toque é compatível com aparelhos
auditivos (que operam com frequências de até
25 decibéis).
Segundo
o engenheiro Armando Kilson Junior, que desenvolveu
o BP, as operadoras já estão interessadas,
mas o aparelho será vendido pela internet a
R$ 685. |
|
| fonte: Agência
Saúde
O programa
Rede Cegonha, que, lançado pela presidente
Dilma Rousseff, em Belo Horizonte, prevê investimentos
de R$ 9,4 bilhões do orçamento do Ministério
da Saúde até 2014. Os recursos, de acordo
com o ministério, serão aplicados na
construção de uma rede de cuidados para
a mulher e para as crianças de até dois
anos.
O programa
é uma promessa de campanha da presidenta e
tem foco na gestão de saúde, mais que
a criação de novas unidades. Os investimentos,
de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre
Padilha, vão atingir toda a rede que começa
pela unidade básica de saúde, passa
pelos exames do pré-natal, pelo transporte
seguro, até o parto nos leitos maternos do
Sistema Único de Saúde (SUS).
Para criar
a rede, o governo informou que investirá recursos
na criação de novas estruturas de assistência
e acompanhamento das mulheres e reforço na
rede hospitalar convencional. Outras novas estruturas
previstas no programa são as Casas da Gestante
e do Bebê e os Centros de Parto Normal, que
deverão funcionar em conjunto com a maternidade.
O objetivo, de acordo com o governo, é “humanizar
o nascimento”.
Uma das
medidas do programa será a de oferecer nos
postos de saúde testes rápidos de gravidez.
Confirmado o resultado positivo, a gestantes deverá
se submeter a, no mínimo, seis consultas durante
o pré-natal, além de exames clínicos
e laboratoriais. Entre os exames a serem exigidos
pelo Ministério da Saúde estão
o de HIV e sífilis.
De acordo
com o Ministério da Saúde, a Rede Cegonha
também prevê a qualificação
de profissionais de saúde para dar assistência
adequada às gestantes e aos bebês. O
governo também quer, com o programa, fortalecer
a rede hospitalar obstétrica de alto risco
A meta,
de acordo com o Ministério da Saúde,
é implantar a Rede Cegonha em todo o Brasil,
no entanto, o governo quer iniciar o atendimento pelo
Nordeste, Amazônia Legal e nove regiões
metropolitanas onde há a maior concentração
de gestantes. As primeiras cidades a receberem o programa
serão: Manaus, Recife, Distrito Federal, Belo
Horizonte, Rio de Janeiro, Campinas, Curitiba, Porto
Alegre e São Paulo.
De acordo
com o governo, a Rede Cegonha terá atuação
integrada com as demais iniciativas para a saúde
da mulher no SUS, com foco nas cerca de 61 milhões
de brasileiras em idade fértil. |
Médicos
fazem manifestação pública no
dia 7 de abril |
| Fonte: Cremerj
Em reunião, no dia
21 de março, na sede do CREMERJ, as Entidades
Médicas e as Sociedades de Especialidade confirmaram
a suspensão do atendimento aos usuários
dos planos de saúde, no dia 7 de abril, e decidiram
promover uma manifestação na frente
do Centro de Convenções Sul América,
na Cidade Nova, onde será realizado o Congresso
Estadual de Ginecologia e Obstetrícia. Também
está previsto um ato político, na abertura
do evento, às 17h, com a presença das
entidades e médicos conveniados.
No encontro, os representantes
das entidades se comprometeram a convocar o maior
número possível de seus associados para
a manifestação e para o ato político.
Sugeriram ainda que todos fossem de branco para chamar
a atenção da população
e da imprensa sobre os motivos do movimento e sensibilizá-la
ao apoio das suas reivindicações.
A data de 7 de abril, denominada
“Dia Nacional de Paralisação”,
foi indicada em reunião nacional da Comissão
de Saúde Suplementar (Comsu) do Conselho Federal
de Medicina (CFM), realizada em São Paulo,
para mobilização dos médicos
conveniados de todo o país. O movimento, definido
pelas entidades médicas nacionais (Associação
Médica Brasileira – AMB, CFM e Federação
Nacional dos Médicos – Fenam), tem como
pauta de reivindicações o reajuste de
honorários com base na CBHPM plena; a regularização
dos contratos quanto a critérios claros de
reajuste e periodicidade; e a aprovação
pelo Congresso do Projeto de Lei 6964/2010, que determina
inserir índice de reajuste anual nos contratos. |
Governo
do Rio vai dar bolsa extra a estudantes de pediatria |
fonte: Agência
Brasil
O governador do Rio de Janeiro,
Sérgio Cabral Filho, informou na segunda-feira,
dia 28 de março, que a Secretaria de Saúde
vai conceder uma bolsa extra para os residentes de
pediatria, devido à grande carência constatada
em todo o país nessa especialidade.
“O secretário Sérgio Cortez
me apresentou um plano de médio prazo, estratégico
para o Rio, que é pagar uma bolsa, além
da que já se paga com recursos do Ministério
da Educação, para todos os residentes
de pediatria não só estaduais, como
também municipais e federais”.
O anúncio foi feito
durante a inauguração de um tomógrafo
móvel na Cinelândia, no centro do Rio.
Cabral disse ainda que pelo fato de o problema ser
nacional, outros estados devem copiar a ideia. “Para
cada 100 médicos formados, menos de dez são
pediatras. É uma carência gigantesca.
É uma forma de tentar atrair esse profissional”.
O valor da bolsa ainda não
foi definido, mas o governador garantiu que em até
30 dias ele deverá ter assinado o decreto que
aprova o incentivo.
Uma pediatra da rede municipal
de saúde, que preferiu não se identificar,
chamou a iniciativa de paliativa. “Na verdade,
não é um compromisso com a pediatria,
pois os salários são muito defasados,
sobretudo se comparados ao investimento que um aluno
fez para se formar. A carreira de pediatria é
muito gratificante, mas o salário no serviço
público é indigno".
A médica explicou
que diferentemente de outras especialidades, o pediatra
não tem outros procedimentos para conseguir
uma remuneração maior, como intervenções
cirúrgicas por exemplo.
“O pediatra tem que trabalhar muito mais
para ter um salário parecido aos colegas de
outras especialidades. Resultado: os professores de
pediatria estão implorando aos alunos que sigam
essa especialidade”. |
Inscrições
abertas para curso CIPERJ/CREMERJ, que terá
como tema Oncologia Pediátrica Cirúrgica |
| Já estão
abertas as inscrições para o III
Curso de Educação Continuada em Cirurgia
Pediátrica CIPERJ/CREMERJ, que ocorre
no dia 16 de abril (sábado), das 9h15 às
12h30, no auditório Júlio Arantes Sanderson
de Queiroz, situado na sede do Conselho Regional de
Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em
Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. O tema desta
edição será Oncologia Pediátrica
Cirúrgica.
As inscrições são
gratuitas e abertas a médicos, residentes e
acadêmicos. Para participar, clique aqui.
Programação, como
chegar ao local e informações sobre
outras edições podem ser conferidas
no hot-site
do evento. |
CIPERJ
denuncia cirurgiões pediátricos e hospitais
que descumprem ATA de AGE |
| A diretoria da Associação
de Cirurgia Pediátrica do Estado do Rio de
Janeiro (CIPERJ) informa aos associados que no dia
25 de março, foram denunciados, junto à
Comissão de Ética Médica do Conselho
Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ),
hospitais e associados que descumprem a ATA
da Assembleia Geral Extraordinária (AGE)
da CIPERJ, realizada em 6 de dezembro de 2010, que
determina a paralisação no atendimento
às unidades particulares que não entraram
em acordo referente ao sobreviso médico remunerado. |
CIPERJ
e CREMERJ se reúnem e preparam ações
perante unidades públicas e particulares |
| As diretorias da Associação
de Cirurgia Pediátrica do Estado do Rio de
Janeiro (CIPERJ) e do Conselho Regional de Medicina
do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ)
estiveram reunidas na terça-feira, dia 22 de
março, na sede do Conselho, em Botafogo, na
Zona Sul do Rio de Janeiro.
No encontro, a CIPERJ apresentou
um relatório com a situação das
unidades públicas do Rio de Janeiro que possuem
UTI´s Neonatais e não contam com cirurgiões
pediátricos contratados, descumprindo as Resoluções:
nº 1.834/2008 do Conselho Federal de Medicina
(CFM); RDC nº 7, de 24 de fevereiro de 2010 da
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(ANVISA); e nº 193/2003, do Conselho Regional
de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.
Com o documento em mãos,
será agendada uma reunião entre as diretorias
do CREMERJ e da CIPERJ com os secretários estadual
e municipal de saúde, respectivamente, Sérgio
Côrtes e Hans Dohmann, para tratar da situação.
Na reunião, também
foi debatida a situação da paralisação
dos cirurgiões pediátricos no atendimento
de emergência às clínicas e hospitais
particulares que não pagam o sobreaviso médico.
Ficou decidido que após
a reunião científica da CIPERJ, realizada
na noite da mesma terça-feira, dia 22, no Prontobaby
- Hospital da Criança, a CIPERJ denunciará
os hospitais que não fizeram acordo com os
cirurgiões pediátricos que trabalham
no local e também os cirurgiões pediátricos
que continuam atendendo mesmo com a resolução
da CIPERJ de paralisar o atendimento em 20 de dezembro
de 2010. |
Inscrições
abertas para Bienal de Urologia Pediátrica
do Hospital Jesus |
| A IV
Bienal Internacional de Urologia Pediátrica
do Hospital Municipal Jesus / Universidade do Grande
Rio (UNIGRANRIO), que ocorrerá nos dias
1º e 2 de junho e antecederá o XIV
Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica,
está com inscrições abertas.
A taxa para participar do evento
é de R$ 400 e as instruções para
realizar a mesma podem ser vistas clicado aqui.
Os convidados internacionais desta
edição serão os Drs. Pippi Salle
e Luis Braga, do Canadá, além do Dr.
Martin Koyle, dos Estados Unidos.
A seguir, a programação
preliminar do evento:
| DIA
1º - quarta-feira, de 12h às 17h |
| Abertura
solene com a presença dos diretores do
Hospital municipal Jesus; |
| Apresentação
dos casos operados na BIENAL de 2009, com os seus
respectivos resultados; |
| Apresentação
de casos clínicos, em português,
pelos participantes. Você pode enviar o
seu caso em Power Point ou através de resumo
para infantuscpu@hotmail.com. |
| DIA
2 - quinta-feira, das 7h às 18h |
| Cirugias
ao vivo em duas salas com transmissão simultânea
para o centro de estudos, com interatividade.
Haverá tradução simultânea. |
Mais informações
através de infantuscpu@hotmail.com.
O Hospital Municipal Jesus
fica na Rua Oito de Dezembro, 717, em Vila Isabel,
Zona Norte do Rio de Janeiro. |
Inscrições
com desconto para XIV Congresso Brasileiro de Urologia
Pediátrica podem ser feitas até dia
30 |
| Quem estiver interessado
em participar do XIV
Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica
tem até o dia 30 deste mês para realizar
a inscrição com desconto no valor.
A taxa para participar do
evento é de R$ 430 para sócios quites
com a CIPE, R$ 780 para não sócios,
R$ 235 para residentes cadastrados na CIPE e R$ 130
para acadêmicos de graduação.
Após a data, haverá reajustes nos preços.
Para se inscrever, clique aqui.
O evento será realizado
nos dias 3 e 4 de junho (sexta-feira e sábado,
respectivamente), no Centro de Convenções
do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
(CBC),
em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Paralelamente ao evento, ocorrerá
o 1º Encontro Brasil-Canadá de Cirurgia
Pediátrica, promovido pela CIPERJ.
Mais informações
através do site
do congresso. |
|
ASSOCIAÇÃO DE CIRURGIA PEDIÁTRICA
DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (CIPERJ)
Rua Sorocaba 477, sala 403, Botafogo,
Rio de Janeiro, RJ. CEP: 22271-110
TEL: (21) 4141 3233 -
contato@ciperj.org |



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