Página Inicial

siga-nos
Veja nossos vídeos no YouTube! Siga-nos no Twitter! Siga-nos no Facebook

 Silimed
E-Tamussino EBCO Systems Prontobaby - Hospital da Criança

NOTÍCIAS ANTIGAS

abril de 2011
Aeronáutica divulga edital com 75 vagas para médicos, sendo uma para Cirurgia Pediátrica

com Seção de Comunicação Social do CIAAR

A Força Aérea Brasileira (FAB) está com inscrições abertas para o Exame de Admissão ao Curso de Adaptação de Médicos (CAMAR). Há uma vaga para cirurgiões pediátricos.

O edital e o formulário para inscrição estão disponíveis no site www.ciaar.com.br.

O processo seletivo é composto por prova teórica de língua portuguesa e de conhecimentos especializados, prova prático-oral, teste físico e exames de saúde e psicológico. As provas escritas serão aplicadas no dia 19 de junho nas cidades de Belém, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Campo Grande, Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Manaus.

Para se inscrever, o candidato deve possuir Título de Especialista na área em que pretende concorrer, não poderá ter completado 36 anos até o dia 31 de dezembro de 2012, entre outros pré-requisitos disponíveis no edital.

A remuneração para o profissional em início de carreira é em torno de R$ 6 mil, sendo que o médico pode chegar ao posto de major- brigadeiro. A FAB ainda oferece outros benefícios como assistência médica e odontológica, carga horária reduzida, alimentação e moradia.

O Sistema de Saúde da Aeronáutica é estruturado por regiões e busca proporcionar a adequada assistência médico-hospitalar aos militares (ativos e inativos) e aos seus dependentes. Além de proporcionar esses atendimentos, os profissionais de saúde da FAB também participam de missões humanitárias, como a que ocorreu após o terremoto que devastou o Haiti, no início de 2010. Na ocasião, profissionais de saúde da FAB foram enviados a Porto Príncipe para trabalhar em um Hospital de Campanha. Em quase três meses, realizaram mais de 20 mil atendimentos.

Conselho apoia movimento de cirurgiões pediátricos

fonte: Jornal do CREMERJ

O CREMERJ, através da Resolução 193/2003, apóia o movimento da Associação de Cirurgia Pediátrica do Rio de Janeiro (Ciperj), iniciado em dezembro de 2010, para garantir aos profissionais que atuam no regime de sobreaviso, pagamento pelo tempo em que ficam à disposição dos hospitais e/ou clínicas, e não apenas por procedimento realizado.

O plantão de sobreaviso é prática comum nas unidades de saúde públicas ou privadas, onde as ocorrências são eventuais. Nestes casos, de acordo com o artigo 2º da resolução 193/2003 do CREMERJ, “o plantão em disponibilidade de trabalho será sempre remunerado e pactuado entre as partes, sem prejuízo dos honorários devidos pelos serviços prestados, quando solicitado para atendimento.”

A Resolução CFM 1.834/2008, do Conselho Federal de Medicina (CFM), também abrange normas para atuação e remuneração
de sobreaviso. Já a Resolução RDC nº 7/2010, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), determina que toda UTI pediátrica ou neonatal deve ter uma equipe de cirurgiões pediátricos disponibilizados para atendimento, requisito mínimo para o funcionamento de uma UTI.

Conforme a Resolução 1.931/ 2009, capítulo VII, artigo 49, “é vedado ao médico assumir condutas contrárias a movimentos legítimos da categoria médica com a finalidade de obter vantagens”. Para ler a íntegra da Resolução 193/2003, acesse nosso site.

Planos de saúde: médicos e consumidores insatisfeitos?

fonte: Agência Estado

Neste mês de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde e, na ocasião (dia 7), ocorreu uma mobilização a nível nacional por parte das associações médicas, conselhos de medicina e sindicatos médicos, dentre outros.

Esta atitude, que visou alertar a população sobre as dificuldades com os planos de saúde, conforme matéria veiculada no website da Associação Médica Brasileira, foi tomada porqueos médicos "não aguentam mais trabalhar com contratos irregulares, sem cláusula de reajuste periódico como determina a ANS, e com tanta interferência dos planos de saúde".

Hoje, são 1.044 empresas que atuam nesta área no Brasil, além de 376 no ramo odontológico. Juntas, atendem 60 milhões de usuários.

O direito à saúde pertence ao rol de direitos sociais, assim definidos pela Constituição Federal (CF). E a mesma Lei Maior, embora garanta o dever do estado de "propiciar saúde" aos cidadãos, reza que a assistência à saúde é também livre à iniciativa privada (art. 199). Esta é a previsão constitucional para que os "planos de saúde" operem.

Embora haja lei federal específica para regular os planos de saúde, o Código de Defesa do Consumidor (CDC), que tem raiz constitucional, deve sobrepor-se a ela e a quaisquer outras normatizações menores, como, por exemplo,as da Agência Nacional de Saúde (ANS), que regulam os planos.

Ocorre que, na prática, quem define detalhes desta relação consumerista é a própria ANS, ao estabelecer, dentre várias outras regras, o rol de coberturas dos planos.

Como o CDC e as normas da ANS geralmente se chocam e os planos de saúde buscam respaldo na agência reguladora, muitas lides desaguam no Judiciário. O próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ) já pacificou o entendimento de que se aplica o CDC aos contratos de plano de saúde, por meio da Súmula 469.

Boa parte das queixas se deve à dificuldade de acesso ao atendimento; diminuição da rede credenciada; demora em marcação de consultas, exames e cirurgias e, em especial, às limitações de atendimentos.

Outra discussão grande diz respeito à limitação de tempo de internação hospitalar dos consumidores. Sobre o tema, outra súmula do STJ, a de número 302, considerou abusiva a cláusula contratual que estabeleça tais limites.

O que tranquiliza é perceber que o Judiciário tem respondido positivamente, na maioria dos casos concretos, às expectativas dos consumidores que se sentem lesados.

Enquanto a ANS não passar a regulamentar os planos de saúde de forma mais equilibrada para os médicos e para os 60 milhões de consumidores, as operadoras dos planos continuarão a ter lucros estratosféricos e sempre submeterãoseus usuários a atendimento indigno, contrários a inúmeros preceitos da nossa Constituição e ao nosso fiel escudeiro, o CDC.

Começo de residência causa sintomas de depressão em jovens médicos

fonte: Agência USP

Sintomas de depressão entre médicos que passam pela residência podem estar ligados ao primeiro contato direto com pacientes. Essa é a constatação de uma pesquisa da Universidade Federal do Paraná.

Segundo o médico Luciano Souza, autor da pesquisa, a perda da idealização é o principal fator que atrapalha a qualidade de vida e a sociabilidade do aluno. Segundo ele, essa perda vem acompanhada pelo sentimento de luto, ou seja, a manifestação psicológica relacionada às perdas em geral.

Os resultados são de um estudo realizado com 223 alunos do primeiro ao sexto ano, da universidade paranaense. De acordo com Souza, é comum o alunos da residência passarem por situações que causam ansiedade, em especial, quando não podem ajudar ou não sabem lidar com a perda de um paciente, ou não são capazes de estarem juntos a uma pessoa doente.

- O contato com o paciente é muito aguardado e idealizado com o paciente. Contudo, devido às dificuldades e limitações pela qual o aluno passa neste contato, acaba ocorrendo uma perda da idealização de ser médico.

Para Souza, é necessário identificar qual é o momento do curso que o aluno passa por isso para evitar maiores sofrimentos. Segundo ele, "hoje em dia, o aluno que apresenta este quadro psicológico de luto não deve receber tratamento ou acompanhamento. Deve-se, sim, observar a evolução desse estado, e ver se o estudante supera o quadro dentro de um período satisfatório".

Cientistas querem reduzir morte de bebês recém-nascidos

fonte: Agência USP

Um grupo de pesquisadores da Escola de Enfermagem da USP está buscando alternativas para reduzir a mortalidade dos neonatos, bebês de zero a 28 dias de vida.

Os pesquisadores, coordenados pela professora Amélia Fumiko Kimura, estão estudando formas de controlar a dor no pós-operatório, cuidados nos tratamentos que envolvem acessos venosos e no desenvolvimento de modelos de atendimento aos recém-nascidos e suas mães.

"Apesar dos avanços ocorridos na tecnologia de suporte de vida, cerca de 65% das mortes de crianças até um ano de idade ocorrem no período neonatal", atesta a professora.

Os estudos desenvolvidos pelo grupo priorizam três focos temáticos.

O primeiro diz respeito ao controle da dor de neonatos no pós-operatório e em outros procedimentos invasivos.

A segunda abordagem se relaciona ao tratamento dispensado pelos profissionais de enfermagem aos recém-nascidos com relação aos acessos venosos. "Há um vácuo de conhecimento no que diz respeito aos tipos de dispositivos intravenosos para administração dos medicamentos, que proporcionam maior segurança e conforto aos neonatos, mas que demandam capacitação dos profissionais para o seu adequado manejo".

O terceiro foco de investigação se refere à avaliação do impacto da implementação de modelos de atendimento ao recém-nascido, como o Hospital Amigo da Criança e o Método Canguru. Esses modelos têm como objetivo, respectivamente, incentivar o aleitamento materno e o estabelecimento de maior contato entre mãe e filho.

A pesquisadora Mariana Bueno estudou a avaliação da dor e intervenções analgésicas farmacológicas e comparou o efeito analgésico da oferta oral de glicose 25% com o leite materno.
O resultado mostrou efeito superior da glicose 25% em relação ao leite materno.

Entretanto, "vale ressaltar que não se deve descartar a oferta desse leite como medida analgésica. Além disso, a administração do líquido associado a outra medida analgésica ainda deverá ser objeto de futuros estudos", afirma a professora Amélia.

A exposição do neonato à dor, em especial os que permanecem internados em unidade de terapia intensiva neonatal por tempo prolongado, tem sido objeto de preocupação dos profissionais de saúde do mundo todo.

A forma como a população neonatal é tratada repercute em seu desenvolvimento e crescimento.

"Os neonatos são considerados de maior vulnerabilidade entre os humanos e, por isso, estudos sobre eles devem ser ética e clinicamente analisados visando evitar expô-los a quaisquer riscos. Assim, desenvolver pesquisas que envolvam recém-nascidos é uma tarefa desafiante", conclui a professora.

O grupo está estabelecendo projetos em parceira com pesquisadores de outras instituições brasileiras e internacionais para aprimoramento das pesquisas e criação de protocolos para tratamentos dos neonatos.

XIV Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica tem inscrições com desconto até este sábado

     Quem estiver interessado em participar do XIV Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica tem até este sábado, dia 30, para realizar a inscrição com desconto no valor.

     A taxa para participar do evento é de R$ 430 para sócios quites com a CIPE, R$ 780 para não sócios, R$ 235 para residentes cadastrados na CIPE e R$ 130 para acadêmicos de graduação. Após a data, haverá reajustes nos preços. Para se inscrever, clique aqui.

     O evento será realizado nos dias 3 e 4 de junho (sexta-feira e sábado, respectivamente), no Centro de Convenções do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.

    Paralelamente ao evento, ocorrerá o 1º Encontro Brasil-Canadá de Cirurgia Pediátrica, promovido pela CIPERJ.

     Mais informações através do site do congresso.

Decisão da ANS representa reconhecimento da interferência das operadoras na autonomia profissional dos médicos

Fonte: CFM

O Conselho Federal de Medicina (CFM) considera um avanço a decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de vedar às operadoras de planos de saúde a adoção de mecanismos de regulação de exames ou procedimentos com base em parâmetros estatísticos de produtividade. Sendo assim, a nova regra proíbe as empresas de inibir as solicitações dos médicos e da remuneração por produtividade.
 
Este foi um dos motivos que levou 160 mil médicos que prestam serviços aos planos de saúde a protestarem, em todo o país, no último dia 7 de abril. Para as entidades médicas, a ação das operadoras de saúde suplementar é uma prática antiética e nociva ao bom exercício da Medicina, além de ser desrespeitosa quanto aos direitos dos usuários.
 
Para Roberto d’Avila, a decisão da ANS é um avanço importante. “No entanto, outras medidas podem ser tomadas para tornar essa relação mais clara e ética, em benefício, sobretudo, da sociedade”, lembrou o presidente do CFM. E mais: ele lembra que a decisão da ANS, publicada na forma de súmula na edição de hoje (13) do Diário Oficial, fortalece a posição do médico na relação com as empresas. Isso porque eles passam a contar com um novo instrumento para ancorar denúncias de irregularidades percebidas no dia-a-dia.
 
“Interessante que entre seus considerandos a ANS cita o próprio Código de Ética Médica. Foram necessários 11 anos para que a Agência de Saúde Suplementar tomasse uma medida que, embora parcial, é um passo adiante em defesa da boa Medicina e da população. Isso significa que ecoou forte a insatisfação dos profissionais e o apoio recebido por eles de vários setores da sociedade”, finalizou.
 
Pesquisa da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Associação Paulista de Medicina (APM) – realizada com o apoio do CFM – identificou que a limitação de procedimentos por parte das operadoras é um problema grave que se impõem no campo da assistência oferecida.  Dados mostram que 92% dos médicos brasileiros afirmam que sofreram pressão ou interferência das operadoras na autonomia técnica do médico.
Levantamento do INCA traça perfil de doadores voluntários cadastrados

Fonte: INCA

O Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), gerenciado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), traçou o perfil dos 2 milhões dos doadores voluntários no Brasil. O levantamento revelou que as mulheres lideram o cadastro como voluntárias (56%) e que 88% dos doadores têm menos de 45 anos, o que amplia a permanência dos voluntários nocadastro. A pesquisa também apontou que a Região Sudeste possui 48% dos doadores, seguidos por 25% do Sul e 14% do Nordeste. No Centro-Oeste, o total é de 8% e no Norte estão 5% dos cadastrados do país.

A Região Sudeste continua a ser a que mais tem doadores de medula óssea no Brasil, mas já se detecta uma tendência ao equilíbrio: Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais agora têm menos da metade dos cadastrados no Redome. Há cinco anos, a região era responsável por 57% dos doadores. "O levantamento é importante para sabermos em quais regiões é necessário um reforço nas campanhas, tendo em vista que a diversidadegenética da população brasileira é muito vasta", esclarece o diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Inca e coordenador do Redome, Luís Fernando Bouzas.

Curso CIPERJ/CREMERJ acontece neste sábado. Inscrições abertas e gratuitas

     O III Curso de Educação Continuada em Cirurgia Pediátrica  CIPERJ/CREMERJ ocorre neste sábado, dia 16, das 9h15 às 12h30, no auditório Júlio Arantes Sanderson de Queiroz, situado na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. O tema desta edição será Oncologia Pediátrica Cirúrgica.

    As inscrições são gratuitas e abertas a médicos, residentes e acadêmicos. Para participar, clique aqui.

    Programação, como chegar ao local e informações sobre outras edições podem ser conferidas no hot-site do evento.

Confira as fotos do curso CIPERJ/CREMERJ
Oncologia Pediátrica Cirúrgica Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho
Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho
Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho
Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho
Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho
CIPERJ_CREMERJ CIPERJ_CREMERJ
CIPERJ_CREMERJ CIPERJ_CREMERJ
Curso CIPERJ/CREMERJ reúne mais de 80 pessoas
Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho

     Cerca de 80 pessoas estiveram presentes ao III Curso de Educação Continuada em Cirurgia Pediátrica  CIPERJ/CREMERJ ocorrido neste sábado, dia 16, no auditório Júlio Arantes Sanderson de Queiroz, situado na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.

Dr. Kleber e Dra. Lisieux com os palentrantes, Dr. Ricardo Vianna e Dra. Simone Coelho

      O tema abordado foi Oncologia Pediátrica Cirúrgica e contou com palestras dos Drs. Ricardo Vianna e Alexandre Apa e da Dra. Simone Oliveira Coelho, que falaram sobre Hematologia, Massas Abdominais, Tumor de Ovário e Procedimento Controvérsios.

      Em breve estarão disponibilizadas as palestras dos cursos.

      A próxima edição do Curso de Educação Continuada de Cirurgia Pediátrica CIPERJ/CREMERJ será realizado em outubro.

Confira fotos do Curso Avançado de Videocirurgia Pediátrica realizado em Juiz de Fora
O presidente da CIPE, Dr. Max Carsalad Schlobach, na abertura do evento Dras. Raquel, Stella, Maria Lucia e Drs. Edmo e Luciano
O presidente da CIPE, Dr. Max Carsalad Schlobach, na abertura do evento Dras. Raquel, Stella, Maria Lucia e Drs. Edmo e Luciano
Dras. Raquel, Stella, Lisieux, Maria Lucia!
Dras. Raquel, Stella, Lisieux, Maria Lucia
e Dr. Edmo
Curso CIPERJ/CREMERJ acontece neste sábado. Inscrições abertas e gratuitas

     O III Curso de Educação Continuada em Cirurgia Pediátrica  CIPERJ/CREMERJ ocorre neste sábado, dia 16, das 9h15 às 12h30, no auditório Júlio Arantes Sanderson de Queiroz, situado na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. O tema desta edição será Oncologia Pediátrica Cirúrgica.

    As inscrições são gratuitas e abertas a médicos, residentes e acadêmicos. Para participar, clique aqui.

    Programação, como chegar ao local e informações sobre outras edições podem ser conferidas no hot-site do evento.

Denúncia da CIPERJ protocolada e a espera de análise da Comissão de Ética Médica do CREMERJ

     A denúncia da Associação de Cirurgia Pediátrica do Estado do Rio de Janeiro (CIPERJ) junto à Comissão de Ética Médica do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), referente aos hospitais e associados que descumprem a ATA da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da CIPERJ, que determina a paralisação no atendimento às unidades particulares que não entraram em acordo referente ao sobreviso médico remunerado, já foi protocolado pelo CREMERJ e aguarda análise da comissão.

    Tão logo seja divulgada qualquer novidade referente ao assunto, a mesma será publicada aqui no site da CIPERJ.

Márcia Rosa de Araujo assume a presidência do CREMERJ

fonte: CREMERJ

     Ao assumir oficialmente a presidência do CREMERJ, no dia 1 de abril, a Conselheira Márcia Rosa de Araujo afirmou que o momento de crescimento econômico que o país vive é propício ao fortalecimento das reivindicações da categoria. Ela ressaltou ainda que a valorização da classe, como propugnou a vitoriosa campanha “Quanto vale o médico?”, se mostra atual e é uma bandeira para esta e as próximas gestões do Conselho. “Valorizar o médico é também garantir à sociedade seu direito a um atendimento de qualidade no serviço público”, acrescentou.

     O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Aloísio Tibiriçá, representando o CFM, considerou “o momento muito especial para todos os médicos que renovaram seu voto de confiança nesta Diretoria que bem soube dirigir os trabalhos dessa gloriosa entidade”.

“Para mim também é um momento muito especial porque é a primeira vez que um representante do Rio de Janeiro no Conselho Federal de Medicina vem aqui, em nome da presidência do CFM, para saudar a nova Diretoria do CREMERJ, e eu o faço com orgulho. Isso mostra o quanto nós do Estado do Rio conquistamos em importância de representação no cenário nacional. Certamente vocês vão assistir uma grande Presidente em uma grande entidade que é o CREMERJ”, frisou Aloísio Tibiriçá.

     Ao passar a presidência do Conselho à Márcia Rosa, o então presidente Luís Fernando Moraes relembrou as ações realizadas em sua gestão, destacando os movimentos em defesa dos médicos da saúde pública e da saúde suplementar, contra a gestão das Organizações Sociais nas emergências e o apoio à greve dos médicos residentes, entre outras.

Nova Presidente critica a forma retrógrada e neoliberal de gerir a saúde

     Em seu discurso de posse, Márcia Rosa lembrou que, mais uma vez, a Causa Médica, instada à direção do Conselho pelo voto da maioria dos médicos do Estado do Rio de Janeiro, renova a sua Diretoria para o mandato que vai expirar em 2013, lembrando que valorizar o médico é garantir à sociedade seu direito de um atendimento de qualidade no serviço público. “ Para isso, o financiamento da saúde deve ser regulamentado, de imediato, pela Emenda 29. O corte de R$ 50 bilhões do orçamento do governo federal em favor da manutenção do pagamento de juros sobre o montante de R$ 200 bilhões de reais, não pode ser ignorado, devendo ser alvo de nossa reprovação”, salientou.

     Márcia Rosa garantiu que a precarização do trabalho médico e a privatização serão combatidas sem tréguas. "Cabe a nós, CREMERJ, sociedades de especialidade e demais associações vinculadas aos médicos liderarem um grande salto nas condições de atendimento, condições de trabalho e remuneração", observou.

     Garantindo que o Conselho continuará a lutar para garantir a dignidade dos honorários médicos na saúde suplementar e da relação das operadoras de planos de saúde com seus credenciados, Márcia Rosa acentuou que tal atuação tem sido referência nacional, integrando e fortalecendo o movimento nacional pelo projeto de lei 6964/10 que, entre outros artigos, prevê um reajuste anual de honorários médicos em contratos celebrados entre médicos e operadoras.

     A nova Presidente do Conselho fez questão também de dizer que a Causa Médica, mais uma, inova e se renova ao privilegiar a participação das mulheres na direção de seus caminhos, alçando à sua diretoria de 11 membros, cionco conselheiras provenientes de sociedades e comissões de éticas. "Mulheres comprovadamente ativas em toda a história do movimento médico", acrescentou.

     Encerrando seu discurso, ela convocou todos os médicos a se integrarem ao movimento Causa Médica, visando a uma medicina de alta qualidade para uma sociedade justa e solidária, porque a Saúde vale muito!

Conheça os membros da nova diretoria:

Presidente: Márcia Rosa de Araujo

Primeira Vice-Presidente: Vera Fonseca

Segunda Vice-Presidente: Erika Monteiro Reis

Diretor Secretário Geral: Pablo Vasquez Queimadelos

Diretor Primeiro Secretário: Sergio Albieri

Diretora Segunda Secretária: Kássie Regina Neves

Diretor Tesoureiro: Armindo Fernando Mendes

Diretor Primeiro Tesoureiro: Serafim Ferreira Borges

Diretor de Sede e Representações: Nelson Nahon

Corregedora: Marília de Abreu Silva

Vice-Corregedor: Renato Brito de Alencastro

Movimento médico comemora vitória em protesto e se prepara para novos desdobramentos

fonte: CFM

“Atingimos nosso objetivo com o protesto de 7 de abril. O alerta foi dado às operadoras de planos de saúde e à sociedade com relação aos problemas percebidos pela categoria médica. De agora em diante, esperamos que seja feita uma negociação real pelas empresas para acabar com a defasagem dos honorários e a interferência na autonomia dos profissionais”. Essa foi a avaliação do coordenador da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (Comsu), Aloísio Tibiriçá Miranda, sobre o dia de mobilização dos médicos contra os planos de saúde.

     Ele acompanhou a movimentação nos estados a partir de Brasília e recebeu, ao longo do dia, informes de várias entidades regionais. “Houve grande adesão em todos os estados. Recebemos relatos de que quantidade significativa de médicos participou do protesto e suspendeu suas atividades. No entanto, sem causar prejuízos para o usuário dos planos de saúde”, lembrou o coordenador, que também é vice-presidente do CFM. De acordo com Tibiriçá, os procedimentos desmarcados serão reagendados e os casos de urgência e emergência foram atendidos.

     Em 30 dias os líderes do movimento de 7 de abril se reunirão para reavaliar o andamento das negociações com os representantes dos planos de saúde. Este trabalho será conduzido pelas entidades médicas em nível regional. Paralelamente, algumas outras iniciativas acontecerão na esfera política. Já está prevista a realização de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir o tema e encontrar uma solução. Contudo, os parlamentares responsáveis pela solicitação não descartam o pedido de abertura de CPI para apurar supostas irregularidades na saúde suplementar.

No Senado – Pela manhã, a Paralisação dos Médicos chegou também ao Congresso Nacional. A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal promoveram audiência pública especial em torno das reivindicações dos médicos. Sensibilizado pelo apelo dos profissionais, o senador Paulo Paim (PT-RS), presidente do grupo, anunciou a criação de uma subcomissão de saúde dentro da Comissão. “Esta mobilização dos médicos é um grito do povo brasileiro em relação à saúde”, ressaltou o parlamentar.

     O coordenador do movimento, Aloísio Tibiriçá Miranda, que participou da audiência, propôs aos senadores a montagem de uma agenda comum, inclusive com visitas aos hospitais públicos para constatar a situação da oferta da assistência sob a ótica dos direitos humanos. Paulo Paim transformou o pedido em ato normativo diante do 3º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes, e do conselheiro suplente de Alagoas, Alceu Pimentel, que também compareceram no Senado.

     Durante a audiência, o senador Paulo Davim (PV-RN) defendeu a paralisação dos médicos por acreditar que o trabalho com a vida é um “direito sacrossanto”. Por outro lado, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) enfatizou que o Congresso Nacional já tem o diagnóstico da calamidade da saúde só falta ação. “É um sistema perverso que maltrata o médico”.

     Outro parlamentar que saiu em defesa da causa médica foi o sergipano Eduardo Amorim (PSC-SE). Para ele é uma perversidade que os planos de saúde sejam reajustados regularmente sem que os valores pagos aos médicos também o sejam. “Os médicos ainda recebem por uma tabela da década de 90 e muitos convênios se aproveitam disso. Assistimos o reajuste ser somente para o usuário. É justa a reivindicação da categoria médica”, apontou.

Senado cria subcomissão de saúde e visitará hospitais

fonte: CFM

     O Dia Nacional de Paralisação dos Médicos chegou também no Congresso Nacional. Na manhã da quinta-feira (7 de abril) - Dia Mundial de Saúde – a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal promoveu audiência pública especial em torno das reivindicações dos médicos. O senador presidente, Paulo Paim (PT-RS), anunciou a criação de uma subcomissão de saúde dentro da Comissão.

     O presidente em exercício do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriçá Miranda, finalizando sua intervenção, propôs uma agenda comum em relação a visita aos hospitais públicos para constatar a situação na ótica dos direitos humanos. Paulo Paim transformou o pedido em ato normativo. “Esta mobilização dos médicos é um grito do povo brasileiro em relação à saúde”, ressaltou Paim.

     Segundo Tibiriçá, os médicos não têm o devido respeito das operadoras nem a atenção necessária da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “Estamos no limite e fazemos este alerta”.

     O senador Paulo Davim (PV-RN) defendeu a paralisação dos médicos por acreditar que o trabalho com a vida é um “direito sacrosante”. Já Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) enfatizou que o Congresso Nacional já tem o diagnóstico da calamidade da saúde só falta ação. “É um sistema perverso que maltrata o médico”.

     Outro senador a defender a causa médica foi sergipano Eduardo Amorim (PSC-SE). Para ele ,é uma perversidade que os usuários dos planos de saúde sejam reajustados regularmente e este valor não seja atualizado para os médicos. “Os médicos ainda recebem por uma tabela da década de 90 e muitos convênios se aproveitam disso. Assistimos o reajuste ser somente do usuário. É justo a reivindicação da categoria médica”, apontou.

     Também participaram da audiência o 3º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes, e o conselheiro suplente de Alagoas, Alceu Pimentel.

Curso CIPERJ/CREMERJ terá como tema Oncologia Pediátrica Cirúrgica, é gratuito e acontece no dia 16

     Já estão abertas as inscrições para o III Curso de Educação Continuada em Cirurgia Pediátrica  CIPERJ/CREMERJ, que ocorre no dia 16 de abril (sábado), das 9h15 às 12h30, no auditório Júlio Arantes Sanderson de Queiroz, situado na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. O tema desta edição será Oncologia Pediátrica Cirúrgica.

    As inscrições são gratuitas e abertas a médicos, residentes e acadêmicos. Para participar, clique aqui.

    Programação, como chegar ao local e informações sobre outras edições podem ser conferidas no hot-site do evento.

Dia Mundial da Saúde: problemas e avanços em cena

fonte: SaúdeBusinessWeb

     Sete de abril é um dia oportuno para colocar em evidência os problemas enfrentados pela saúde brasileira e também os avanços presenciados pelo setor.

     O mote para a data, escolhido pela Organização Mundial da Saúde, é o combate a resistência antimicrobiana. No final do ano passado, o País enfrentou um grande surto da bactéria KPC. Para reduzir a resistência bacteriana no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de antibióticos sem receita médica e determinou que as mesmas devem ter prazo de validade e ficarão retidas, além de conter informações do médico e do paciente, em casos de medicação controlada.

     A seguir, algumas matérias especiais sobre o assunto:

A diferença entre estar na saúde e ser da saúde

160 mil médicos devem parar dia 7 de abril

Classe médica não descarta descredenciamento de planos

Deputado considera abertura de CPI para investigar ANS

Operadoras contestam argumento dos médicos

Cremerj alerta para falta de médicos no Rio, em meio a aumento de casos de dengue

fonte: Agência Brasil

     Em meio ao aumento dos casos de dengue no município do Rio de Janeiro, o Conselho Regional de Medicina (Cremerj) alerta para a falta de médicos na rede municipal de saúde. Segundo o coordenador da Comissão de Saúde Pública do Cremerj, Pablo Vazquez, o número insuficiente de médicos nos hospitais públicos pode comprometer o atendimento aos doentes.

     Segundo Vazquez, em um hospital geral como o Souza Aguiar, o maior do Rio de Janeiro, por exemplo, as equipes médicas, que deveriam ter seis clínicos gerais, só têm dois ou três. “Algumas só têm um médico”, afirma.

     O coordenador afirma que a situação pode ficar ainda pior se não for prorrogado o convênio da prefeitura com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que se encerra neste mês. A Fiocruz foi contratada para fornecer médicos para a rede municipal de saúde. Caso o contrato não seja prorrogado, haverá um déficit de até 400 médicos na rede, segundo o Cremerj.

    Vazquez informou que o assunto será discutido na próxima terça-feira (12) com o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann. Segundo o coordenador, na pauta da reunião está a prorrogação do contrato por mais um ano, “desde que se tenha, nesse intervalo, o compromisso da secretaria de um amplo concurso, para garantir o atendimento à população”.

    Por meio de sua assessoria de imprensa, a Secretaria Municipal de Saúde informou que estuda a realização de um concurso público, independentemente da assinatura de um novo convênio para fornecimento de médicos. Segundo a secretaria, a rede pública do Rio dispõe de 7 mil médicos.

     Para responder ao aumento da demanda por atendimento devido à dengue, a rede contratou profissionais especialmente para atender pessoas com suspeita da doença. De acordo com a secretaria, a rede municipal está preparada para o atendimento adequado às vítimas de dengue.

    Até ontem (4), a Secretaria de Saúde registrou 14.720 casos de dengue no município, sendo que mais da metade (7.816) ocorreram em março.

Prontobaby realiza palestras gratuitas para médicos, acadêmicos e residentes

     O Centro de Estudos José Dias Rego, do Prontobaby - Hospital da Criança, divulgou, no início deste mês, a programação de abril do projeto Sempre às Quintas, que promove, em todas as quintas-feiras do mês, palestras e debates gratuitos para médicos, acadêmicos e residentes.

       A seguir, a programação:

dia 7

8h às 10h – Discussão caso clínico;

10h às 12h – Reanimação Neonatal – Atualizações PRN/SBP - 2011 - Dr. José Dias Rego;

13h às 14h – Discussão novas condutas em Reanimação Neonatal.

dia 14

8h às 10h – Discussão caso clínico;

10h às 12h – Problemas dermatológicos ao alcance do pediatra - Dra. Ana Mosca Cerqueira;

13h às 14h – Discussão protocolos hospitalares.

dia 21

Não haverá reunião

dia 28

8h às 10h – Discussão caso clínico;

10h às 12h – Ajudando o pediatra a suspeitar de violência à criança - Mário Marques;

13h às 14h – Discussão artigos Jornal de Pediatria.

     O centro de estudos fica na Rua Adolfo Mota, 52, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Fórum de Oncologia Pediátrica acontece em junho no Centro do Rio

     Já estão abertas as inscrições para o I Fórum de Oncologia Pediátrica do Rio de Janeiro, que ocorre no dia 14 de junho (terça-feira), das 9h às 17h30, no auditório do BNDES, no Centro do Rio de Janeiro.

     O evento é aberto a médicos de todas especialidades. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do site do congresso. Para isso, clique aqui.

     Mais informações através de www.foprio.org.br.

     O auditório do BNDES fica na Avenida República do Chile, 100.

Anatel homologa primeiro celular com finalidades médicas

fonte: SaúdeBusinessWeb

     A Anatel homologou o primeiro celular desenvolvido com tecnologia nacional para finalidades médicas. Produzido pela CellDesign, o aparelho BP funciona como qualquer outro, mas seu objetivo é unir as funcionalidades de chamadas e mensagens para o monitoramento de pacientes e pessoas idosas à distância.

     Estima-se que 75% dos acidentes com idosos aconteçam dentro de casa. A maioria das quedas - que representam 30% dos acidentes - acaba levando à morte pessoas acima de 75 anos.

     O BP possui um botão de SOS que, uma vez acionado, dispara torpedos com "pedidos de socorro" para cinco números cadastrados na memória.

     Caso nenhuma delas receba a mensagem, o telefone efetua ligações para os números automaticamente até que um deles atenda.

Disputa Jurídica

     De acordo com a companhia, o produto é emborrachado, resiste a quedas de até 1,80 m e possui sensores que captam o movimento de queda. Neste caso, torpedos são enviados e poderiam até conter a localização da pessoa. No entanto ainda existe uma discussão jurídica se esse tipo de serviço será autorizado no País.

     Um aplicativo pré-instalado permite cadastrar nomes de remédios a serem ministrados, dosagens e horários. O celular avisa tocando um alarme no horário agendado, mesmo se estiver desligado. Além disso, o toque é compatível com aparelhos auditivos (que operam com frequências de até 25 decibéis).

     Segundo o engenheiro Armando Kilson Junior, que desenvolveu o BP, as operadoras já estão interessadas, mas o aparelho será vendido pela internet a R$ 685.

fonte: Agência Saúde

     O programa Rede Cegonha, que, lançado pela presidente Dilma Rousseff, em Belo Horizonte, prevê investimentos de R$ 9,4 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde até 2014. Os recursos, de acordo com o ministério, serão aplicados na construção de uma rede de cuidados para a mulher e para as crianças de até dois anos.

     O programa é uma promessa de campanha da presidenta e tem foco na gestão de saúde, mais que a criação de novas unidades. Os investimentos, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, vão atingir toda a rede que começa pela unidade básica de saúde, passa pelos exames do pré-natal, pelo transporte seguro, até o parto nos leitos maternos do Sistema Único de Saúde (SUS).

     Para criar a rede, o governo informou que investirá recursos na criação de novas estruturas de assistência e acompanhamento das mulheres e reforço na rede hospitalar convencional. Outras novas estruturas previstas no programa são as Casas da Gestante e do Bebê e os Centros de Parto Normal, que deverão funcionar em conjunto com a maternidade. O objetivo, de acordo com o governo, é “humanizar o nascimento”.

     Uma das medidas do programa será a de oferecer nos postos de saúde testes rápidos de gravidez. Confirmado o resultado positivo, a gestantes deverá se submeter a, no mínimo, seis consultas durante o pré-natal, além de exames clínicos e laboratoriais. Entre os exames a serem exigidos pelo Ministério da Saúde estão o de HIV e sífilis.

     De acordo com o Ministério da Saúde, a Rede Cegonha também prevê a qualificação de profissionais de saúde para dar assistência adequada às gestantes e aos bebês. O governo também quer, com o programa, fortalecer a rede hospitalar obstétrica de alto risco

     A meta, de acordo com o Ministério da Saúde, é implantar a Rede Cegonha em todo o Brasil, no entanto, o governo quer iniciar o atendimento pelo Nordeste, Amazônia Legal e nove regiões metropolitanas onde há a maior concentração de gestantes. As primeiras cidades a receberem o programa serão: Manaus, Recife, Distrito Federal, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Campinas, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.

     De acordo com o governo, a Rede Cegonha terá atuação integrada com as demais iniciativas para a saúde da mulher no SUS, com foco nas cerca de 61 milhões de brasileiras em idade fértil.

Médicos fazem manifestação pública no dia 7 de abril

Fonte: Cremerj

     Em reunião, no dia 21 de março, na sede do CREMERJ, as Entidades Médicas e as Sociedades de Especialidade confirmaram a suspensão do atendimento aos usuários dos planos de saúde, no dia 7 de abril, e decidiram promover uma manifestação na frente do Centro de Convenções Sul América, na Cidade Nova, onde será realizado o Congresso Estadual de Ginecologia e Obstetrícia. Também está previsto um ato político, na abertura do evento, às 17h, com a presença das entidades e médicos conveniados.

     No encontro, os representantes das entidades se comprometeram a convocar o maior número possível de seus associados para a manifestação e para o ato político. Sugeriram ainda que todos fossem de branco para chamar a atenção da população e da imprensa sobre os motivos do movimento e sensibilizá-la ao apoio das suas reivindicações.

    A data de 7 de abril, denominada “Dia Nacional de Paralisação”, foi indicada em reunião nacional da Comissão de Saúde Suplementar (Comsu) do Conselho Federal de Medicina (CFM), realizada em São Paulo, para mobilização dos médicos conveniados de todo o país. O movimento, definido pelas entidades médicas nacionais (Associação Médica Brasileira – AMB, CFM e Federação Nacional dos Médicos – Fenam), tem como pauta de reivindicações o reajuste de honorários com base na CBHPM plena; a regularização dos contratos quanto a critérios claros de reajuste e periodicidade; e a aprovação pelo Congresso do Projeto de Lei 6964/2010, que determina inserir índice de reajuste anual nos contratos.

Governo do Rio vai dar bolsa extra a estudantes de pediatria

fonte: Agência Brasil

     O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, informou na segunda-feira, dia 28 de março, que a Secretaria de Saúde vai conceder uma bolsa extra para os residentes de pediatria, devido à grande carência constatada em todo o país nessa especialidade.

O secretário Sérgio Cortez me apresentou um plano de médio prazo, estratégico para o Rio, que é pagar uma bolsa, além da que já se paga com recursos do Ministério da Educação, para todos os residentes de pediatria não só estaduais, como também municipais e federais”.

     O anúncio foi feito durante a inauguração de um tomógrafo móvel na Cinelândia, no centro do Rio. Cabral disse ainda que pelo fato de o problema ser nacional, outros estados devem copiar a ideia. “Para cada 100 médicos formados, menos de dez são pediatras. É uma carência gigantesca. É uma forma de tentar atrair esse profissional”.

     O valor da bolsa ainda não foi definido, mas o governador garantiu que em até 30 dias ele deverá ter assinado o decreto que aprova o incentivo.

     Uma pediatra da rede municipal de saúde, que preferiu não se identificar, chamou a iniciativa de paliativa. “Na verdade, não é um compromisso com a pediatria, pois os salários são muito defasados, sobretudo se comparados ao investimento que um aluno fez para se formar. A carreira de pediatria é muito gratificante, mas o salário no serviço público é indigno".

     A médica explicou que diferentemente de outras especialidades, o pediatra não tem outros procedimentos para conseguir uma remuneração maior, como intervenções cirúrgicas por exemplo.

O pediatra tem que trabalhar muito mais para ter um salário parecido aos colegas de outras especialidades. Resultado: os professores de pediatria estão implorando aos alunos que sigam essa especialidade”.

Inscrições abertas para curso CIPERJ/CREMERJ, que terá como tema Oncologia Pediátrica Cirúrgica

     Já estão abertas as inscrições para o III Curso de Educação Continuada em Cirurgia Pediátrica  CIPERJ/CREMERJ, que ocorre no dia 16 de abril (sábado), das 9h15 às 12h30, no auditório Júlio Arantes Sanderson de Queiroz, situado na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. O tema desta edição será Oncologia Pediátrica Cirúrgica.

    As inscrições são gratuitas e abertas a médicos, residentes e acadêmicos. Para participar, clique aqui.

    Programação, como chegar ao local e informações sobre outras edições podem ser conferidas no hot-site do evento.

CIPERJ denuncia cirurgiões pediátricos e hospitais que descumprem ATA de AGE

     A diretoria da Associação de Cirurgia Pediátrica do Estado do Rio de Janeiro (CIPERJ) informa aos associados que no dia 25 de março, foram denunciados, junto à Comissão de Ética Médica do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), hospitais e associados que descumprem a ATA da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da CIPERJ, realizada em 6 de dezembro de 2010, que determina a paralisação no atendimento às unidades particulares que não entraram em acordo referente ao sobreviso médico remunerado.

CIPERJ e CREMERJ se reúnem e preparam ações perante unidades públicas e particulares

     As diretorias da Associação de Cirurgia Pediátrica do Estado do Rio de Janeiro (CIPERJ) e do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) estiveram reunidas na terça-feira, dia 22 de março, na sede do Conselho, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

     No encontro, a CIPERJ apresentou um relatório com a situação das unidades públicas do Rio de Janeiro que possuem UTI´s Neonatais e não contam com cirurgiões pediátricos contratados, descumprindo as Resoluções: nº 1.834/2008 do Conselho Federal de Medicina (CFM); RDC nº 7, de 24 de fevereiro de 2010 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA); e nº 193/2003, do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.

    Com o documento em mãos, será agendada uma reunião entre as diretorias do CREMERJ e da CIPERJ com os secretários estadual e municipal de saúde, respectivamente, Sérgio Côrtes e Hans Dohmann, para tratar da situação.

    Na reunião, também foi debatida a situação da paralisação dos cirurgiões pediátricos no atendimento de emergência às clínicas e hospitais particulares que não pagam o sobreaviso médico.

    Ficou decidido que após a reunião científica da CIPERJ, realizada na noite da mesma terça-feira, dia 22, no Prontobaby - Hospital da Criança, a CIPERJ denunciará os hospitais que não fizeram acordo com os cirurgiões pediátricos que trabalham no local e também os cirurgiões pediátricos que continuam atendendo mesmo com a resolução da CIPERJ de paralisar o atendimento em 20 de dezembro de 2010.

Inscrições abertas para Bienal de Urologia Pediátrica do Hospital Jesus

     A IV Bienal Internacional de Urologia Pediátrica do Hospital Municipal Jesus / Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO), que ocorrerá nos dias 1º e 2 de junho e antecederá o XIV Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica, está com inscrições abertas.

    A taxa para participar do evento é de R$ 400 e as instruções para realizar a mesma podem ser vistas clicado aqui.

    Os convidados internacionais desta edição serão os Drs. Pippi Salle e Luis Braga, do Canadá, além do Dr. Martin Koyle, dos Estados Unidos.

     A seguir, a programação preliminar do evento:

DIA 1º - quarta-feira, de 12h às 17h
Abertura solene com a presença dos diretores do Hospital municipal Jesus;
Apresentação dos casos operados na BIENAL de 2009, com os seus respectivos resultados;
Apresentação de casos clínicos, em português, pelos participantes. Você pode enviar o seu caso em Power Point ou através de resumo para infantuscpu@hotmail.com.
DIA 2 - quinta-feira, das 7h às 18h
Cirugias ao vivo em duas salas com transmissão simultânea para o centro de estudos, com interatividade. Haverá tradução simultânea.

     Mais informações através de infantuscpu@hotmail.com.

     O Hospital Municipal Jesus fica na Rua Oito de Dezembro, 717, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Inscrições com desconto para XIV Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica podem ser feitas até dia 30

     Quem estiver interessado em participar do XIV Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica tem até o dia 30 deste mês para realizar a inscrição com desconto no valor.

     A taxa para participar do evento é de R$ 430 para sócios quites com a CIPE, R$ 780 para não sócios, R$ 235 para residentes cadastrados na CIPE e R$ 130 para acadêmicos de graduação. Após a data, haverá reajustes nos preços. Para se inscrever, clique aqui.

     O evento será realizado nos dias 3 e 4 de junho (sexta-feira e sábado, respectivamente), no Centro de Convenções do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.

    Paralelamente ao evento, ocorrerá o 1º Encontro Brasil-Canadá de Cirurgia Pediátrica, promovido pela CIPERJ.

     Mais informações através do site do congresso.

ASSOCIAÇÃO DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (CIPERJ)

Rua Sorocaba 477, sala 403, Botafogo, Rio de Janeiro, RJ. CEP: 22271-110
TEL: (21) 4141 3233
- contato@ciperj.org


Receba nossa newsletter


Normas e resoluções

Baixe a CBHPM

Código Internacional de Doenças - 10ª revisão


©CIPERJ. Todos os direitos reservados.                 Desenvolvido por: Julio Gois