 |
fonte:
CREMERJ
A diretoria
do CREMERJ se reuniu na terça-feira, 26, com
diretores e coordenadores de hospitais e postos de
saúde municipais do Rio, em sua sede, para
conclamar novas adesões ao movimento dos médicos
municipais.
|
Estavam
presentes a presidente do Conselho, Márcia
Rosa de Araujo, e os conselheiros Luís Fernando
Moraes, Sergio Albieri, Marília Abreu, Serafim
Borges, Pablo Vazquez, Armindo Fernando Correia, Vera
Fonseca, Renato Graça, Sidnei Ferreira e Matilde
Costa e Silva.
Alguns médicos denunciaram
a falta de informações oficiais e as
ameaças de retaliação da Secretaria
Municipal de Saúde. O subsecretário
de Atenção Hospitalar, Urgência
e Emergência do Rio de Janeiro, José
Luiz Ferreira Costa, oficializou, junto ao procurador
do Município, Carlos Raposo, o pedido de abertura
de sindicância e ameaçou aplicar punições
por improbidade administrativa aos médicos
que não preencherem as Autorizações
de Internação Hospitalar (AIH) e Resumos
de Alta. Cópia do documento foi obtida e lida
pelo advogado do CREMERJ durante a reunião.
Os Conselheiros esclareceram aos colegas que a acusação
da Secretaria não tem procedência em
âmbito judicial, visto que o não preenchimento
das AIHs não levam ao benefício individual
ou ao enriquecimento ilícito, características
primárias da improbidade administrativa.
“Desde a posse do Secretário
Hans Dohmann, promovemos várias mesas de discussão
no CREMERJ visando ao aumento do piso salarial. A
pressão é antiga e faz parte da nossa
história de lutas. O Conselho continuará
respaldando os médicos quanto às suas
prerrogativas”, garantiu Márcia Rosa.
Pablo Vazquez lembrou que os médicos estão
testemunhando a desconstrução de toda
uma assistência para a qual foram formados e
que vai de encontro às premissas do SUS.
“É duro ver colegas
novos entrando no serviço público sob
critérios de seleção desconhecidos
e ganhando muito mais do que os estatutários”,
disse Pablo Vazquez.
compartilhar
|