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fonte:
SaúdeWeb
Crescimento, segundo Gartner,
será de 9% em relação a 2011.
Até 2015, as projeções apontam
para gastos de US$ 3 bilhões em TI e telecom
Há uma montanha de dinheiro
sobre a mesa. Para ser mais exato: 143,8 bilhões
de dólares. Este é o montante que o
Gartner estima que o mercado brasileiro gaste com
tecnologias da informação e telecomunicações
ao longo de 2012. De acordo com a consultoria, quase
metade disso – 65,3 bilhões de dólares
– virá de projetos corporativos. Perspectivas
animam.
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O
Brasil é o país que apresenta a expansão
mais acelerada depois de China e Índia. O crescimento
por essas terras será superior ao verificado
na Europa, Estados Unidos e Japão, muito puxado
pela estabilidade macroeconômica nacional, pelo
fortalecimento da indústria local frente a
um cenário global de crise e por uma inegável
onda de consumo interno. O contexto cria um cenário
favorável para a profissionalização
das ações de tecnologia.
Conversamos com Kenneth Brant, analista
do Gartner, que detalhou os investimentos corporativos
em TI e telecom por mercados verticais num intervalo
que apresenta um cenário até 2015. Além
disso, ele destrinchou os números por categoria
tecnológica. Para completar, ouvimos CIOs de
importantes representantes de algumas dessas indústrias
para saber para onde seus olhos estarão voltados
a partir de janeiro.
Para ler a análise de todas
as verticais (finanças, educação,
comunicações, governo e manufatura),
clique aqui.
SAÚDE
Trabalho integrado
A indústria de saúde
passa por uma revolução impulsionada
pelas tecnologias da informação. O setor
deve investir algo como 2,4 bilhões de dólares,
crescendo quase 9% sobre o montante de 2011. Muitos
fornecedores já se atentaram para isso e movimentam-se
nessa direção, montando divisões
de negócio especializadas e criando soluções
para healthcare.
Um exemplo desse interesse reside
no fato de que a própria HP lançou,
há alguns anos, uma solução de
hospital digital que vinha com a missão de
melhorar a qualidade e produtividade das organizações
do setor. Há iniciativas de especialização
de outros provedores, como Oracle, SAP e IBM, que
partem para soluções mais específicas.
Vale ressaltar que muitas empresas de saúde
ainda rodam sistemas caseiros.
Pelo lado usuário de tecnologia,
acho que diz muito quando vemos que um dos primeiros
cases de adoção corporativa de iPads
no Brasil foi da Amil. O projeto foi apenas uma ponta
nas estratégias da organização
de levar informações relevantes para
as mãos de seus profissionais. Mais amplo,
e ainda conectado ao tema, há o que o CIO da
organização, Telmo Pereira, chama de
levar a empresa para um patamar “webificado”.
“Web e dispositivos móveis têm
impactado profundamente o segmento de saúde”,
avalia o executivo, contabilizado cerca de 105 projetos
previstos para 2012.
O cenário aponta para um horizonte onde a vertical
de saúde deva gastar 3 bilhões de dólares
em TI e telecom no ano de 2015. O contexto mostra
uma expansão anual dos gastos entre 8% e 6%.
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